21/10/2026
MIT Technology Review
Empresas nos Estados Unidos e na Ásia tentam acelerar a chegada ao mercado das baterias de estado sólido, que trocam o eletrólito líquido por cerâmica ou polímero para carregar mais rápido e durar mais. O maior gargalo atual está na fabricação em escala de folhas cerâmicas sem defeitos, o que faz os custos continuarem altos e empurra a previsão de paridade com as baterias comuns para meados da década de 2030.
A americana QuantumScape afirma ter desenvolvido um método para tratar a cerâmica em minutos, enquanto a Toyota mantém parceria com a Idemitsu Kosan em uma planta piloto e a chinesa CATL investiu cerca de 2,6 bilhões de dólares em pesquisa em 2024. Para financiar o desenvolvimento antes da adoção em massa nos carros elétricos, empresas como Solid Energies e Sion Power planejam vender as primeiras unidades para a aviação e o setor militar.
Resumo feito por IA.
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