O que a computação quântica vai mudar na IA — e o que ela (ainda) não consegue fazer
A computação quântica ainda não demonstra vantagem prática para acelerar a inteligência artificial com dados reais, embora o hardware venha avançando na correção de erros e em simulações científicas. Os ganhos mais próximos estão na química, na biologia e no desenvolvimento de novos materiais, enquanto empresas e governos encaram a migração para a criptografia pós-quântica como a prioridade mais urgente.
Demonstrações recentes de IBM e Google disputam a chamada vantagem quântica contra supercomputadores tradicionais, mas o rastreador mantido pela própria IBM ainda não lista nenhum caso como confirmado. O maior obstáculo continua sendo a decoerência física dos processadores, que exige combinar centenas de qubits físicos para formar um único qubit lógico confiável.
Os cronogramas de gigantes como Google, IBM e Microsoft apontam para máquinas mais úteis entre 2028 e 2030. No curto prazo, o modelo mais provável combina processadores quânticos com computadores convencionais.
Resumo feito por IA.
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