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18/10/2026

Internacionalização de deep techs brasileiras impulsiona novas estratégias de propriedade intelectual e inserção global

Publicado originalmente em Brasil Inovador no dia 18/10/2026

As empresas brasileiras de base tecnológica profunda, as deep techs, passam a estruturar o planejamento inicial com foco em validação global. Como a proteção do Instituto Nacional da Propriedade Industrial vale só no Brasil, negócios de biotecnologia, novos materiais e agroinsumos recorrem ao Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes para resguardar a novidade da tecnologia em mercados como América do Norte, Europa e Ásia.

Além do custo de múltiplos registros pelo mundo, as companhias enfrentam a falta de reciprocidade entre agências sanitárias. Uma aprovação obtida na Anvisa não tem validade direta na Food and Drug Administration dos Estados Unidos nem na Agência Europeia de Medicamentos, o que exige testes locais e ciclos de tramitação burocrática que podem levar de três a cinco anos.

Para reduzir custos e riscos comerciais no exterior, as empresas recorrem a parques científicos e tecnológicos. É o caso do Tecnopuc, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que mantém parcerias com mais de 150 ambientes internacionais para apoiar a chegada das pesquisas ao mercado.

Resumo feito por IA.

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