Do descarte ao lucro: como o caroço do tucumã virou bioplástico ultrarresistente na Amazônia
Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas desenvolveram um bioplástico a partir do caroço de tucumã que deu origem à startup Fipo Biopellet. O composto mistura fibras vegetais ao polipropileno convencional, com substituição de 2,5% a 40% do derivado de petróleo dependendo do uso, aproveitando também resíduos de açaí e de cupuaçu coletados na comunidade Santo Antônio do Tracajá, no Amazonas.
A pesquisa começou com o aluno Antonio Claudio Kieling e o professor Genilson Santana na universidade, teve apoio do Programa Prioritário de Bioeconomia e recebeu investimento inicial de uma fabricante de bicicletas. O foco comercial da empresa agora está em espaçadores para lajes na construção civil, que saem a 38 centavos no atacado contra 40 centavos da peça tradicional, além de utilitários e peças para motos.
Resumo feito por IA.
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