Startup da UFPE obtém aprovação da Anvisa para uso cosmético da goma do cajueiro
A startup pernambucana GumLife obteve aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para usar a resina do cajueiro como matéria-prima na indústria cosmética. O ingrediente atua como ativo e substituto de insumos importados, mirando um mercado em que o Brasil compra cerca de US$ 82,6 milhões anuais em gomas naturais do exterior.
A empresa surgiu a partir de pesquisas do Departamento de Farmácia da Universidade Federal de Pernambuco e levantou cerca de R$ 250 mil em editais públicos para desenvolver o processo de purificação. A matéria-prima é fornecida por cooperativas de agricultores familiares de Apodi, no Rio Grande do Norte, que vendem a resina que escorre do caule das árvores e antes não tinha destinação comercial.
Resumo feito por IA.
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