Pesquisa científica impulsiona criação de ‘deep techs’ no Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul reúne 97 deep techs, startups que desenvolvem produtos a partir de pesquisa científica avançada. O número coloca o estado na segunda posição nacional desse segmento, atrás apenas de São Paulo, segundo o levantamento Deep Tech Radar Latam 2025.
Um dos exemplos desse modelo é a BlueNano, que nasceu de pesquisas na PUC-RS e hoje opera no parque tecnológico Tecnopuc. A empresa usa nanotecnologia em escala atômica para projetos como a conversão acelerada de etanol em hidrogênio e o ganho de eficiência em baterias com nióbio, atendendo clientes como Petrobras, Vale e WEG.
O avanço dessas empresas se apoia em 24 parques tecnológicos no estado e na formação de mão de obra especializada. Além da nanotecnologia, a aproximação entre universidades e indústria movimenta áreas como a de semicondutores, com institutos dedicados e aportes recentes de fabricantes como a HT Micron e a Tellescom.
Resumo feito por IA.
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