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18/10/2026

Inteligência Artificial cria ‘boom de genéticas’ e encoraja novas companhias a competir com gigantes

Publicado originalmente em AgFeed no dia 17/10/2026

A empresa paulista Shull adotou modelos de inteligência artificial para selecionar linhagens genéticas e reduziu de oito para quatro a cinco anos o ciclo de criação de sementes híbridas de milho. O ganho de tempo chega a 40%, com corte proporcional nos custos de testes e insumos. Com a tecnologia, a companhia de Ribeirão Preto disputa mercados regionais com grandes multinacionais do setor e fatura perto de R$ 200 milhões.

O sistema combina a linguagem estatística aberta R com pacotes especializados de inteligência artificial para avaliar até um milhão de marcadores moleculares por planta. Os algoritmos preveem características como tolerância à seca e produtividade antes dos testes em campo, o que permitiu criar sementes voltadas a nichos específicos, como o clima quente do Pará.

A meta da Shull é saltar da fatia atual de 3% para 10% do mercado nacional de milho na próxima década, com investimentos em pesquisa que chegam a R$ 40 milhões por ano.

Resumo feito por IA.

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