Esforço público-privado para vacinas contra o câncer valoriza biotechs nos EUA
O Instituto Nacional do Câncer e os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos formaram uma parceria com farmacêuticas e biotechs para acelerar vacinas contra o câncer. O modelo repete a estratégia usada na pandemia de covid-19 e impulsionou as ações de empresas do setor na bolsa americana após a revelação da iniciativa.
O programa apoia tratamentos personalizados que treinam o sistema imunológico para atacar alvos específicos de cada tumor. A primeira fase do projeto começa em dezembro deste ano e foca em tumores no pâncreas, fígado e colorretal, além de casos pediátricos.
Os resultados de um estudo clínico com mais de 1.100 voluntários com melanoma avançado, conduzido pela Merck e pela Moderna, indicaram aumento no tempo sem retorno da doença. As companhias planejam apresentar o conjunto completo dos dados ainda em outubro.
Resumo feito por IA.
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