Computação quântica avança, mas uso em escala segue distante
Empresas de tecnologia e startups nos Estados Unidos tentam superar a instabilidade das partículas subatômicas para levar a computação quântica à escala comercial. A IBM desenvolve uma arquitetura para interligar chips e criar um supercomputador tolerante a falhas, que hoje depende de ambientes a cerca de 273 graus Celsius negativos para funcionar sem interferências.
A Microsoft abriu centro de estudos em Maryland com a agência de pesquisas de defesa Darpa e apoia o projeto Magne, com a startup Atom Computing. Outra startup, a QuEra, que leva ao mercado estudos de Harvard e do MIT, planeja lançar uma máquina com correção de erros até 2028. Hoje os testes se limitam a nichos como descoberta de fármacos, finanças e sistemas complexos, com acesso restrito a grandes companhias.
Resumo feito por IA.
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