Proteger é um dos caminhos para a pesquisa em biocombustíveis gerar inovação
A Agência de Inovação da Universidade Estadual de Campinas reuniu especialistas e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial para discutir a proteção tecnológica no setor de biocombustíveis. A universidade tem 44 patentes ativas na área, com 80% já concedidas, além de 18 contratos de transferência de tecnologia e 11 acordos de pesquisa e desenvolvimento em andamento.
Durante o encontro, pesquisadores destacaram que patentear no início do trabalho evita a perda de direitos e fortalece a posição do cientista ao negociar com empresas. Entre os exemplos citados estão licenças para a BioInFood, voltada a etanol de milho, e para a norte-americana Terragia, além da spin-off Quimergia, que usa gás carbônico na secagem do bagaço de cana.
A recomendação da Inova Unicamp para os pesquisadores da instituição é procurar o núcleo de inovação antes de divulgar qualquer resultado, com envio de propostas pelo próprio site da agência.
Resumo feito por IA.
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