Startup goiana une pesquisa, ciência e tecnologia e transforma produtos do Cerrado em cosméticos
A startup goiana Nanoterra começou a fornecer matérias-primas nanotecnológicas de plantas do Cerrado para a indústria cosmética. A empresa estreou no mercado com o NanoCurcuma, um ativo à base de açafrão-da-terra adotado na linha ProSkin Repair da Tulípia Cosméticos, e já apresentou o NanoPequi, feito com a casca do fruto para atuar como antioxidante.
A tecnologia surgiu nas pesquisas de pós-graduação da fundadora Iara Mendes na Universidade Federal de Goiás, a UFG. Ela desenvolveu um método de produção de nanopartículas que reduziu o consumo de energia em 89% em comparação com os processos tradicionais e eliminou o uso de componentes de origem animal, tornando a fórmula vegana.
Com apoio do Sebrae na estruturação do negócio, a empresa opera com dois sócios e oito pesquisadores bolsistas. A Nanoterra agora constrói um parque fabril próprio para ampliar a produção de novos ingredientes botânicos.
Resumo feito por IA.
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